terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Quando chegar o momento desiste

Este candidato académico prof de filosofias artes comunicacionais e outras ainda teve tanto tempo para se candidatar ao cargo e agora é que achou o momento oportuno e vai daí chegou-se frente para mais uma lide

A mim não me tomam por trouxa pois no momento certo há-de dar o dito por não dito e quem vai avançar há-de ser o Silva Vão por mim e esperem–lhe pela pancada porque a farsa ainda não começou

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

farinha ao preço do oiro

Outra coisa que nunca se me enculcou na mona foi aquela casa chamada da moagem no termo do Fundão Meio de intensa ruralidade a que um jornal deu nome Mas a arte e o engenho haviam de surgir por obra e graça de um tal fernandes prolixo em tamanho e em lides associativas tantas as causas que abraçou em favor da rusticidade

A moagem fez -se assim no meio de projectos de experimentação artística aliado à criação de espectáculos para dois ou três pigmeus que acham graça ao insólito e a múltiplas percepções e representações pois que a partir daí se podem originar Depois acaba a coisa por entre rios de carcanhol expressão artística feita a pensar em si espectador atento e de introspecções várias na cidade da moagem que tam bem sabe separar o trigo do joio e outras ervas daninhas

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

teatro da tra(m)pa

Os manos senas são o máximo podiam cada um deles gostar de uma arte diferente mas o teatro falou mais alto para os dois ao mesmo tempo e lá teve que ser os dois como se fosse uma questão da genetica a faze-los embicar para arte de bem representar toda uma comedia de vida inteira de sustento nas escadas da trapa Invulgar para os dias que correm com a crise produtiva coisa que para os manos nunca foi problema porque sempre souberam do sitio onde sacar algum para farsas autos e comedias de boulevard

Como tão bem trataram de afastar quem lhes fizesse frente ou demonstrasse maiores talentos Foi assim desde sempre e assim continuará a ser nas escadas da trampa desculpem da trapa um teatro ao seu dispor para ver de quando em vez Não estranha que agora a convite regio ate vao predicar em espaço coloquial e logo sobre a arte tam nobre que é uma coisa que já ninguem liga muito na aldeola mas um meio de sobrevivencia ad eternum para os manos
Venha daí pois mais um subsidiozito para eu gastar á fartazana em peças para ingles ver

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Eu via tudo da minha varanda

Lembro-me lá do padre da freguesia sempre com aquela aura de santinho o cabrão Eu bem o via em miúda quando ele regressava pela calada da noite com pressas no baixo ventre e arrastava a minha vizinha para o pecado uma beata devota e aparentemente casta que toda a gente dizia que tinha andado num convento mas eu bem os via da minha varanda que estava junto à casa dela

Ele a entrar nela com sofreguidão e ela toda gulosa a recebê-lo sem demoras naquele corpo nojento e flácido e num desempenho imaculado mandava guinchos pelo casa toda O padre mais comedido ficava todo perturbado com a função punha-lhe as mãos na boca para lhe reprimir o alarido chiu Chiu cabra Mas ela nunca se ficava pelos ajustes nem era mulher de se calar então erguia o punho em riste e ali mesmo sem olhar a meios deitava-lhe as mãos nas partes baixas e soletrava-lhe baixinho ao ouvido umas coisas que eu não conseguia entender O padre respondia-lhe no mesmo tom Parece uma anedota mas não é porque eu via tudo da minha varanda e até sentia o silêncio a regressar Ainda há muito destas gajas por aí a meterem-se debaixo das saias do padre e amostrarem-se muito santinhas socialmente

A mim pouco me importa

Era o que mais faltava eu ter que me casar só para ter filhos estes gajos e gajas metem-me nojo ver esta gente a desvalorizar completamente o amor entre as pessoas


Isto já parece aquelas gajas que basicamente querem ter filhos e querem arranjar basicamente um boi cobridor que pague parte das despesas e dizem que os filhos são só delas Como muitas fieis esposas ca na aldeola já para não dar fé dos garanhões que gostam de passear a masculinidade de copo na mão casadinhos e pais de filhos e depois gostam mesmo é de levar no pacote clientes certos do SETE LUAS que já os lá vim por mor vezes não façam dar muito à língua da alcoviteira que eu sei bem quem eles são eles andem por aí disfarçados em topos de gama a ocupar lugares régios Não me façam dar à língua catano

domingo, 25 de janeiro de 2009

Deitai-vos aqui no colinho

Andam para aí uns blogs domésticos armados em

papagaios que tem a informação mas não sabem nada é so fumaça quero os ver daqui a nada deitadinhos no colo da alcoviteira para fazerem copy past do que aqui acabo de botar pois desde Fevereiro de 2005 que eu tenho a Lista da judite (Departamento de Investigação Criminal de Setúbal) com 15 suspeitos no caso Freeport, publicada no jornal «O Independente»
Pois agora quero ver os blogueiros sangessugas da máfia especialistas na língua de Camões copiadores compulsivos mais carpinteiros e agremiações com cântaros a resvalar para o escatológico e com seu provincianismo pulverizarem e implodirem as mentes do proletariado burguês com tios e sobrinhos e mais quantos hão-de inventar na terra das grandes oportunidades que tem forjado cérebros quânticos como o pinto e o socrates nesta vossa Covilhã

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

ab Initio



Começo com o "No País da Guedelha” que foi uma revista teatral criada por um gajo chamado Mário Quintela (1872/1956) natural do Sabugal que foi director do "Notícias da Covilhã" Embora isso não interesse muito mas fica bem começar com uma merda assim a puxar para o cultural Pouco mais sei sobre o contéudo deste espectáculo realizado na Covilhã do início do século XX Se porventura alguém ler este blog e queira dar uma achega Faça favor Se não quiser amigos na mesma Mas pouca converseta porque isto aqui não é lugar para grandes divagações Voltem sempre se quiserem e deixem-se de paragens por tempo indeterminado ou longas interjeições virgulas e pontos finais porque a lingua que Camões nos deu é para desbundar De outros assuntos hei-de aqui falar e se calhar o próximo ha-de ser dos blogues que jaculam na cova à direita e à esquerda contra o pinto e o socrates ou outras bestas que tais A mim pouco me interessa a treta ideologica da esquerda caviar comunas e xuxas eu sou mais pela razão seja lá de quem for E eles que não me chateiem muito se não ponho-lhes a vida ao Sol ou não os conhecesse eu de gingeira eu sou muito pela verdade sou uma grande alcoviteira